quinta-feira, 22 de janeiro de 2009


terça-feira, 20 de janeiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

E se o espaço que vai daqui a aí fosse curto, que linhas delinearias?

E estarias tu a par de uma situação confortável?

Viverias o momento como aqui sinto? E estarias ciente dessa verdade?

Será fácil existir algo sem uma essência, ou uma forte base que suporte toda uma estrutura e vença as tempestades possiveis de existir?

E não por si só uma base de interesse conviniente de uma situação casual?

Estarás tu presente quando nem o teu eco conseguir ouvir?

Preciso do teu perfume para conseguir entender que te sinto.


sábado, 3 de janeiro de 2009

Os espaços cinzentos, que morrem, correm em arrasto, numa fuga e na procura, sentida neles também o medo de não te encontrar, de nao poder trazer a confiança que te devo, pelas palavras que me dizes.

E então eu choro, quando caio e medo tenho de te sentir,choro nas pequenas palavras que, não me deves, mas que em tais sentiria refugiada, acolhida, quase como protegida. Sentiria nelas uma forma de amor, que tenho medo que de facto nao impliques. Não tomes o meu medo por mal, mas meu coração tem medo que ao te amar de verdade, possa ser facilmente quebrado, pois nao me importo do te entregar, de fazer ver que o podes pegar, e entao sentir-te confortado por sentires um calor, ao qual podes te deixar adormecer, pois tomarei de ti durante o teu sono.


"Á stjörnuhraðaInni í hjarta springur, flugvélarbrakOní jörðu syngurÉg óska mér og loka nú augunumJá gerðu það, lágfara dansAllt gleymist í smásmá stund og rætist samtOpna augunÓ nei!!!"

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Hoje apeteceu-me escrevinhar nos meus lençóis brancos ,e em cor vermelha o quanto te amo, e aprecio a tua companhia.
E então estende-los á minha varanda, para que todos soubessem quais as formas que sublinho em ti, quais as cores que vejo em ti, quais o cheiros em ti cheiro.

Mas em vez disso, fui lavar os lençóis, estende-los na minha cama, e amar-te a noite toda.

Pois é apenas a ti que tenho que exibir todo o meu amor.




máscara oculta

Uma bruta formalidade, diria eu, perplexa , ao qual tu deste uma forma, um acto, uma palavra, um sorriso. A esse espaço infernal que te leva ao abismo escuro onde os teus passos se confundem e nem mesmo o brilho do teu olhar é capaz de emitir um único sinal, nem do teu próprio egoísmo, ambíguo á maneira que mal sabes entender, que nao tentas perceber. E por isso mesmo,egoísta até mesmo ao teu impossível momentanêo grito, continuamente repetido, e nao, não rebelde, pois que se prende, ofende, e sem saber, chora. Essa tua sinuosa virtude que se impõe ao nao tentar outro pedaço saborear, pois o teu medo supera a tua coragem, que nessa difusão se encara como Homem, mas que se sente como estranho, medricas como posse de síntise da qual se teme e foge, em si, para si, de para longe, para perto. Pois em tudo nele está ligado. E não há formas de "não querer saber" mas de saber encarar, e apaixonar-se por essa partida que só a ele pertence.