sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

máscara oculta

Uma bruta formalidade, diria eu, perplexa , ao qual tu deste uma forma, um acto, uma palavra, um sorriso. A esse espaço infernal que te leva ao abismo escuro onde os teus passos se confundem e nem mesmo o brilho do teu olhar é capaz de emitir um único sinal, nem do teu próprio egoísmo, ambíguo á maneira que mal sabes entender, que nao tentas perceber. E por isso mesmo,egoísta até mesmo ao teu impossível momentanêo grito, continuamente repetido, e nao, não rebelde, pois que se prende, ofende, e sem saber, chora. Essa tua sinuosa virtude que se impõe ao nao tentar outro pedaço saborear, pois o teu medo supera a tua coragem, que nessa difusão se encara como Homem, mas que se sente como estranho, medricas como posse de síntise da qual se teme e foge, em si, para si, de para longe, para perto. Pois em tudo nele está ligado. E não há formas de "não querer saber" mas de saber encarar, e apaixonar-se por essa partida que só a ele pertence.

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