Os espaços cinzentos, que morrem, correm em arrasto, numa fuga e na procura, sentida neles também o medo de não te encontrar, de nao poder trazer a confiança que te devo, pelas palavras que me dizes.
E então eu choro, quando caio e medo tenho de te sentir,choro nas pequenas palavras que, não me deves, mas que em tais sentiria refugiada, acolhida, quase como protegida. Sentiria nelas uma forma de amor, que tenho medo que de facto nao impliques. Não tomes o meu medo por mal, mas meu coração tem medo que ao te amar de verdade, possa ser facilmente quebrado, pois nao me importo do te entregar, de fazer ver que o podes pegar, e entao sentir-te confortado por sentires um calor, ao qual podes te deixar adormecer, pois tomarei de ti durante o teu sono.

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